segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Jaime Soares, o autarca social-democrata mais socialista do país


(C)RTP

Jaime Soares diz-se social-democrata mas gosta de governar à socialista. O seu concelho mostra isso à saciedade (e à sociedade).

E governar à socialista, dum modo geral mas sobretudo localmente, significa gastar, gastar, gastar...para mais tarde recordar. Perpetuar a marca em obras inúteis de regime, para sublinhar o direito senhorial à administração do (seu) território. Este comportamento, que nos fica muito caro, vem-lhes da (absurda) ideia de que são os herdeiros do poder local e os naturais representantes do já longínquo municipalismo republicano. Se quiserem, os socialistas consideram-se historicamente legitimados, pelo que entendem que, quando no poder, devem gravar a pedra, cimento e alcatrão a sua passagem pela Terra. O país está cheio de assinaturas inúteis, nascidas precisamente desta soberba socialista.

Voltando a Jaime Soares, conhecido por ser um dos mais destacados e bem sucedidos autarcas social-democratas, o seu concelho pode ser, ainda assim, apontado como o exemplo da gestão socialista do território: gastar como se não houvesse amanhã até ser obrigado a parar. 

Dizem os poiarenses que Jaime Soares até é socialista desde pequenino e que a oportunidade ter-lhe-á colocado o PSD no caminho, o que ajudaria a explicar muita coisa.  Verdade ou mentira, o que é certo é que se prepara para deixar uma herança socialista (pesada, pois claro) a quem lhe suceder no final do ano.

1 comentário:

antonio miguel disse...

É de facto e de direito uma herança Social-democrata que ele vai deixar aos poiarenses.
Em boa verdade ele foi sempre eleito por maioria.
Conheço por esse país afora bons autarcas do PSD e do PS que souberam gerir bem os dinheiros públicos, o que não foi o caso deste.
Este gastou sem controle, abusou, foi arrogante, "quero posso e mando", autista, protegido e pior faria se o deixassem, outras estórias!
O PS fez asneiras, o PSD fez asneiras também e está a fazê-las levando a desgraça por esse país, fome, medo, doenças do foro mental, mortes por desespero.
O que está escrito, não é nada, mesmo nada, isento.
Eu até diria que esse trabalho escrito, que me levou a este comentário, é também já uma via de amedrontar os poiarenses a votarem PS, preparando o caminho para o candidato PSD que já se conhece.
Os problemas não são graves, são gravíssimos, e não devemos desviar as atenções da realidade dos factos.

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